Em nenhuma gramática, livro religioso, de dogmas, leis, organização, está o modo para te amar. Amar você não tem nome, não tem notícia, não tem registro, não tem arquivo. Amar estaria em um antigo pergaminho, amarelado, em uma biblioteca, que, ao ser achado, me encheria de paz. Preciso da entrega do papel, da coisa viva, impressa, porque o amar é real, existente, factível. Eu amo você e para mim isso não basta.

por Rafael F. Carvalho

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